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Como passar em qualquer vestibular

15 de fevereiro de 2010

Vestibular

Apesar do que muitos pensam, vestibular não é difícil. Há algumas coisas que podem nortear você durante esse período.

->A primeira coisa que você deve pensar é que ninguém tem maior capacidade de aprender que você, nem você é melhor nisso que os outros.

->Está claro que ninguém passa em vestibular concorrido sem estudar. Para passar em qualquer vestibular é preciso estudar, além das 4 horas da escola, mais 6 ou 7 horas em casa.

->Talvez o ponto mais importante seja este: ser humilde. Nunca você saberá tudo, portanto, sempre quando o professor vier lhe ensinar matemática básica ou o que é globalização escute com se nunca houvesse ouvido falar no assunto.

-> Faça o máximo de exercícios possível.

-> Começe pelas coisas mais simples, o progresso é inevitável.

-> Sempre revise os assunto já trabalhados.

-> Leia as obras propostas e depois leia as críticas sobre ela.

-> Estudo com entervalos de tempo. Descanse e durma bem.

Nova rede social

15 de fevereiro de 2010

Skoob é  uma inovadora rede social que permite aos usuários conversar com pessoas com o mesmo interesse. Grande novidade!.

Mas Skoob -books ao contrário- é uma rede literária de grande utilidade para você que é solitário no mundo da leitura.

No seu profile você pode informar os livros já lidos, aqueles que quer ler, aquele que desistiu de ler etc.

Só tem um problema, isto é, um primeiro problema. Como é difícil encontrar algum leitor próximo à você, você terá que adicionar pessoas que nunca viu para poder, ao menos, ter alguém com quem conversar.

Mas de qualquer forma compensa ter um profile.

http://www.skoob.com.br/ Para quem se interessou.rede social

Anorexia e bulimia(ana e mia)

27 de novembro de 2009

Sabemos nós que a internet é uma ferramenta já pressuposta para aqueles que desejam conhecer novas realidades, perspectivas.

Com isso, pesquisei noutro dia sobre blogs de anoréxicas, talvez  mais conhecidos como “ana mia blogs”. Fiz quase um estudo ontológico e percebi que em todos os blogs havia constantes:

 

-Busca pela perfeição métrica corporal

-Busca de ajuda com colegas acometidas pela mesma doença.

-Sabem dos perigos da anorexia, entretanto não a encarram como doença e sim, incrivelmente, como amiga que as ajudam a alcançar seus objetivos.

-Os objetivos sempre são emagrecer.

-Acreditam ser gordas (apesar dos ossos à vista) situação que as impedem de ser feliz.

 Essa doença deixa a pessoa em uma condição muito triste, porque situações quotidianas efêmeras como festas e confraternizações tornam-se insuportáveis devido ao envolvimento destas com alimentação.

É perceptível também o culto ao corpo- corpolatria- com tendência ao lesbianismo.

Apesar de serem contra o senso comum, frases como essas: “Prefiro morrer magra do que viver gorda” são rotineiras nesses blogs.

 Vou deixar aqui um pequeno glossário e alguns links:

GLOSSÁRIO:

Ana: anorexia

Mia: bulimia

NF: No food( sem comer)

LF: low food (comer pouco)

Lax: laxante

Miando: vomitando

 

LINKS

http://ana17mia.zip.net/

http://meumundoanaemia.zip.net/

http://sick_life.zip.net/

Não Haverá A Copa do Mundo em 2014(se continuar assim)

5 de novembro de 2009
Copa do Mundo Brasil-2014

Bem sucedida será?

Espera-se que na Copa do Mundo de 2014, a ser sediada no Brasil, os craques da seleção nacional mostrem habilidade e competência para marcar gols e segurar a taça de campeão em campo natal. Até lá, entretanto, um outro time, formado por gestores públicos e agentes privados, precisa revelar talento para garantir uma realização impecável do maior evento midiático do planeta. Mais do que assegurar ótima organização do Mundial de Futebol, com o pleno atendimento das exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), esses profissionais precisam fazer valer a primorosa oportunidade de o Brasil promover um salto de qualidade em sua infraestrutura, fortalecendo a capacidade competitiva do País na dinâmica econômica global, e deixar um legado importante para a qualidade de vida dos cidadãos das doze cidades-sede do torneio.

A se considerar, por enquanto, o andamento de muitos dos projetos já definidos mesmo antes do anúncio da realização da Copa do Mundo, o time tem dado mais caneladas do que feito belas jogadas. Deficiência de gestão dos projetos é a principal causa, mas ainda há tempo – pouco, é verdade – para ajustar taticamente o time. Exemplos de falhas e incorreções na execução dos projetos brotam aos montes pelo País. Em entrevista concedida há duas semanas, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador da Copa 2014, Ricardo Teixeira, foi categórico ao apontar os problemas de infraestrutura para a realização do torneio: “Temos três grandes problemas para a Copa: aeroporto, aeroporto e aeroporto”.

Coube à Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) preparar um diagnóstico sobre a situação da infraestrutura nas doze cidades-sede do evento, que foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro passado. O item aeroportos esteve entre os avaliados. O que é sintomático, conforme relata a entidade empresarial, é a constatação de que os dezesseis aeroportos envolvidos na Copa (além de um por sede, no Rio serão usados o Santos Dumont e o Tom Jobim, e, em São Paulo, Cumbica, Congonhas e Viracopos) possuem projetos iniciados de ampliação e adequação, mas todos parados ou em processo de desenvolvimento em razão de dificuldades que se relacionam à gestão. “Isso se repete em quase todas as áreas de infraestrutura”, resume o vice-presidente executivo da Abdib, Ralph Lima Terra, coordenador do grupo de trabalho que produziu o estudo.

As causas do “para e anda” das obras identificadas pela Abdib são mais do que conhecidas: questões de ordem financeira, falta de garantias para obtenção de financiamentos pelos investidores, ausência de controle sobre disponibilidade e fornecimento de insumos para as obras, desperdício de material, suspensão por problemas de natureza ambiental, contestação judicial de licitações por competidores derrotados, e por aí afora. “Temos de ter mais precisão e qualidade na gestão dos empreendimentos, fazer as coisas andarem. Os projetos existem e os recursos também”, analisa Terra.

Apenas para manter o exemplo dos aeroportos: o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) soma recursos de 2,5 bilhões de reais para a reforma aeroportuária das doze cidades que receberão os jogos. Uma causa particular no atraso dessas obras guarda relação com a indefinição sobre o futuro da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

O governo contratou estudos para transformar a estatal em uma sociedade anônima de capital fechado, de forma a ganhar maior agilidade decisória e atenuar as exigências legais impostas às estatais. Cogita-se também promover uma abertura de capital da Infraero, o que exigiria aperfeiçoamento de governança, transparência administrativa e eficiência na busca de resultados, mas teria como contrapartida a possibilidade de capitalização para contar com mais receita para a realização dos projetos. Por fim, há setores do governo federal dispostos a privatizar a empresa. “A questão dos aeroportos independe de Copa, porque muitos estão saturados. Não podemos ficar parados esperando a definição sobre os rumos da Infraero”, observa Terra.

Durante a Copa, estima-se a visita de 500 mil turistas estrangeiros. Some-se a isso o fluxo de brasileiros viajando entre as cidades-sede para se ter uma noção mais precisa sobre os desafios a serem enfrentados nessa área.

O executivo da Abdib relata ter visitado as obras para as Olimpíadas de Londres e diz que, embora tenha se impressionado com o controle e gestão dos processos, acredita ser perfeitamente executável o mesmo sistema no Brasil. “Em termos de engenharia, não há nada que não possamos fazer por aqui. Agora, em Londres, há um acompanhamento diário sobre todas as obras e, a cada 30 dias, é feito um balanço sobre o andamento dos projetos e se, de alguma forma, o prazo de entrega pode ser comprometido. Esse controle deveria ser feito aqui”, recomenda.

Consultora do governo da Alemanha para a realização do Mundial de 2006, presente no comitê organizador da Copa da África do Sul em 2010 e uma das responsáveis pela gestão de projetos das Olimpíadas de 2012, a Deloitte identifica a desarticulação entre os agentes públicos brasileiros como um ponto de deficiência para o andamento dos projetos.

Segundo Edgard Jabbour, sócio da empresa e um dos responsáveis pelo grupo de profissionais focados em eventos esportivos, estados e municípios brasileiros deveriam, em consonância com a União, criar uma agência nacional para a acomodação de demandas de investidores e órgãos controladores, ajustando e padronizando os projetos e as respectivas auditorias. “O que se vê hoje é que cada governo cuida do seu quintal e da sua necessidade, enquanto a escolha de onde investir fica a critério do investidor, conforme interesse e atratividade. É preciso aperfeiçoar esse sistema e despertar o interesse privado no maior número de projetos possível.”

Possivelmente por já ter notado essa necessidade de articulação e de acompanhamento dos projetos é que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, adiantou que um PAC para Copa 2014 e Olimpíadas 2016 deverá ser criado.

O enfrentamento desse desafio começa pela definição dos empreendimentos principais nas mais diversas frentes, o que acontecerá, garante o governo, em novembro. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, adianta que os recursos serão concentrados na melhora da mobilidade urbana, caso de investimentos em metrô, corredores de ônibus, estacionamentos, e estarão vinculados às contrapartidas oferecidas pelos governos beneficiários dos projetos. “Não faremos investimentos sozinhos e só haverá verbas da União para os empreendimentos diretamente ligados à Copa”, avisa. Mais de 5,7 bilhões de reais estão sendo aplicados nas doze capitais pelos PACs da Habitação e do Saneamento, e que trarão benefícios até a realização da Copa.

Segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por linhas de financiamento, a fase atual é de definição de prioridades, para que depois seja estabelecido o montante de recursos necessários. Diretores da instituição já informaram, porém, que mais 5 bilhões de reais de financiamentos estarão disponíveis a projetos das cidades. “Não queremos elefantes brancos. Se couber um corredor exclusivo de ônibus em vez de metrô, optaremos pela modicidade de custos”, assegura Fortes. “No dia seguinte à Copa, cada empreendimento terá de ser um legado verdadeiro, funcionando sem déficits operacionais ou subsídios de governo.” Especialistas estimam que os investimentos necessários para a realização do evento vão variar de 80 bilhões a 150 bilhões de reais.

Créditos à revista Carta Capital.

Raposa Terra do Sol

2 de novembro de 2009

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